segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Londres: Manual de Adaptação

Pisei em 2018 com a promessa de que deixaria Londres finalmente entrar no meu coraçãozinho. Em alguns meses fará um ano que mudei e ainda continuo numa relação de amor e ódio com essa capital britânica. Dá até para embaralhar os posts bem-me-quer e malmequer. Como é possível gostar e detestar tanto alguma coisa? Sentir atração e repulsa ao mesmo tempo? A maluca aqui não sou eu, mas sim essa cidade exageradamente cheia de opções e preços salgados. Isso inclui aluguéis, transportes, baladas e restaurantes.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

De Berlim a Hamburgo: o lado mais irreverente da Alemanha

Somente 90 minutos a bordo de um trem rápido separam as duas maiores capitais do país, que disputam o título de cidade mais “cool” em território germânico. E é bom avisar de antemão. Mesmo ao final desse gigante post, será difícil tomar algum partido. Berlim ainda carrega o peso histórico da divisão da Alemanha, acompanhada do título “pobre, mas eternamente sexy”. Já Hamburgo figura entre as mais ricas da nação, dona de um dos portos comerciais mais importantes da Europa e um coloridíssimo red light district. O que ambas têm em comum, cada uma do seu jeito, é o dinamismo e a criatividade cosmopolita. Nos arredores desses dois centros multiculturais, municípios menores oferecem escapadelas com uma faceta mais idílica e tradicional. Potsdam com seu patrimônio prussiano e as cidades da liga hanseática ao norte, a exemplo de Lübeck,  completam o roteiro.  

Berlim – experiente e imprevisível 

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Ilha do Rosário e Praia Branca – o paraíso logo ali

Se a proposta do dia é mesmo curtir um tibum com solzão, não é preciso ficar restrito ao bairro de Bocagrande, com sua praia "meia-boca", com perdão do trocadilho. Uma das excursões mais populares a partir de Cartagena é o combo “Playa Blanca” e “Isla del Rosario”. Barcos saem do “Muelle Turístico de los Pegasos” e o trajeto dura cerca de uma hora. Reserve cerca de 85 mil pesos colombianos, incluindo a taxa portuária para o passeio, que inclui o almoço. A primeira parada é a Ilha do Rosário, a 35 Km de Cartagena, um apanhado de 27 pequenas ilhas de corais e mais uma porção de ilhotas. Todo o complexo pertence ao parque nacional “Corales del Rosario y San Bernardo”.

A área exibe o mais extenso e diversificado recife de corais da costa caribenha com um belíssimo nuance de cores e movimentos. É um dos ecossistemas mais ricos do litoral marcado pelas águas que oscilam entre tons de azul turquesa ou verde marinho, dependendo de onde o barco se encontra. Há duas opções na primeira etapa da viagem. Quem quiser descer e colocar os pés na ilhota pode visitar o aquário local (taxa extra para o bilhete), considerada a principal atração turística. Há shows de golfinhos, tanques de tartarugas e outros esquisitões do oceano. 
Outra opção bastante popular é fazer snorkel ali à beira da ilha mesmo (pode-se alugar o equipamento por 30 mil pesos). Só pular do barco com a equipe e explorar o universo submarino multicolorido. Cardumes de peixes azuis e amarelos dão o ar da graça de tempos em tempos. Apesar das belezas naturais, não se trata exatamente de um local deserto. Muito pelo contrário, vá preparado para encontrar muitas pessoas ali vidradas nos recifes. Além disso, é fácil se cortar na aventura, uma vez que o relevo de corais varia bastante e é bem fácil esbarrar pernas e pés. Assim, não custa nada levar um esparadrapo por segurança. É um destino bastante popular que pode decepcionar quem vai à espera de algo mais reservado, para tardes silenciosas com um livro embaixo de um coqueiro. Quem quiser curtir a ilha lentamente, a boa é passar a noite em algum hotel, a única forma de realmente permanecer em terra firme. 
Depois do mergulho entre os corais, a lancha segue para a Praia Branca, que repousa na ilha Baru e faz jus ao nome com suas areia branquíssimas e fofas. O almoço é servido nas barracas – peixe ou frango, acompanhados de arroz de coco, arepa (uma massa redonda e achatada de farinha de milho) e pacatón (banana frita da terra). Há diversas tendas ao longo da orla, algumas até com camas para o cochilo vespertino. Apesar do visual romântico, o clima está mais para festa do que para um refúgio – salsa, cumbia e outro ritmos ecoam com o mar, ocupado por banana boats e jet skis. Ao caminhar pela beira mar, encontramos uma infinidade de corais, pedrinhas com os mais curiosos formatos e marcas que se desprendem dos recifes, por conta da alta temperatura das águas. Belos souvenires dado de presente pela natureza. 

Colombia, Cartagena e Caribe

“Colômbia, terra querida” 

Descubra o belo e emblemático litoral caribenho no país do realismo mágico 


Só a alegria contagiante dos Colombianos, a musicalidade, os aromas e sabores da cozinha típica já seriam razões suficientes para aterrissar nessas praias banhadas pelo mar do Caribe. Mas esse litoral tem ainda um charme tão próprio que ficção e realidade se confundem de modo surreal, fazendo jus ao termo mais usado para descrever esta sensação – o realismo mágico. Difícil de explicar para quem ainda não experimentou brincar com o fogo do seu fascínio. 
Aqui você viverá um romance a cada esquina, terá casos amorosos com os labirintos coloniais de Cartagena, velejará pelas sedutoras águas caribenhas até a Playa Blanca ou se apaixonará pela silhueta  curvilínea da ilha do Rosário. Uma apimentada política e revolucionária pode ser apreciada na cidade de Santa Marta, onde morreu Simón Bolívar, herói nacional e libertador latino-americano. E para quem só consegue mesmo ter coração e sofrer por futebol, uma parada em Barranquilla dará um toque final a esse roteiro. 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...